Introdução

A acne é uma das condições de pele mais comuns e motivo frequente de busca na internet. Estima-se que cerca de 90% dos adolescentes apresentem essa condição. Ela ocorre por alterações nos folículos pilosos e glândulas sebáceas, resultando em cravos, também conhecidos como comedos, espinhas, inflamações e, às vezes, cicatrizes. Afeta adolescentes, jovens adultos e também adultos, podendo impactar autoestima e convívio social.

Causas da acne e fatores agravantes.

Hiperprodução de sebo

A glândula sebácea se torna hiperativa, geralmente sob influência dos hormônios androgênicos (masculinos).

Queratinização anormal

O folículo acumula queratina no seu orifício de saída, gerando um “entupimento” do mesmo, formando o cravo ou microcomedão — a primeira lesão da acne.

Microbiota e inflamação

A bactéria Cutibacterium acnes interage com o sistema imune, desencadeando inflamação e participando ativamente no surgimento da acne.

Medicamentos

O uso de alguns anticoncepcionais e medicamentos podem piorar a acne. Além disso, as vitaminas do complexo B, principalmente a vitamina B12, corticóides sistêmicos, hormônios e outros podem gerar quadro semelhante a acne, conhecido como “erupção acneiforme”.

Fatores hormonais

Oscilações hormonais, hiperandrogenismo (excesso de hormônios masculinos), como aqueles que ocorrem na SOP (Síndrome dos Ovários Policísticos) e SAHA ( seborréia, acne, hirsutismo e alopecia) em mulheres podem ser causadores de acne.

Genética e fatores externos

Há influência familiar, além de impacto de dieta com alto índice glicêmico e rica em leite, tabagismo e cosméticos oclusivos são outros fatores que promovem o surgimento de acne.

O Dr. Rafael Moraes é Membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia, possui Residência Médica pelo Hospital das Clínicas da UFMG e Título de especialista em Dermatologia pela SBD, além de mais de 15 anos de experiência e 60 mil pacientes atendidos. Possui larga experiência no manejo e tratamento de pacientes portadores de acne dos diversos graus e gravidade.
O Dr. Rafael Moraes é Membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia, possui Residência Médica pelo Hospital das Clínicas da UFMG e Título de especialista em Dermatologia pela SBD, além de mais de 15 anos de experiência e 60 mil pacientes atendidos. Possui larga experiência no manejo e tratamento de pacientes portadores de acne dos diversos graus e gravidade.

Sinais e Sintomas

Graus da acne

A classificação baseia-se nos tipos de lesões presentes na pele. 

Grau 1 (Acne Comedônica): 

É a forma mais leve. Caracteriza-se pela presença de comedões (cravos), tanto abertos (pretos) quanto fechados (brancos), sem sinais de inflamação, como vermelhidão ou pus.

A acne comedoniana é a forma mais leve e inicial da acne, caracterizada principalmente pelos famosos cravos brancos e pretos sem presença de pus ou dor. Ela surge quando os poros ficam entupidos por um excesso de gordura e células mortas, mas ainda não houve uma infecção bacteriana significativa. Os pontos pretos ganham essa cor devido ao contato da gordura com o ar, enquanto os brancos permanecem fechados sob uma fina camada de pele. Para tratar essa condição, o foco principal é a limpeza adequada e o uso de substâncias que ajudem a desobstruir os poros e controlar a oleosidade. Manter uma rotina de cuidados simples geralmente evita que esses cravos evoluam para espinhas inflamadas e doloridas.
A acne comedoniana é a forma mais leve e inicial da acne, caracterizada principalmente pelos famosos cravos brancos e pretos sem presença de pus ou dor. Ela surge quando os poros ficam entupidos por um excesso de gordura e células mortas, mas ainda não houve uma infecção bacteriana significativa. Os pontos pretos ganham essa cor devido ao contato da gordura com o ar, enquanto os brancos permanecem fechados sob uma fina camada de pele. Para tratar essa condição, o foco principal é a limpeza adequada e o uso de substâncias que ajudem a desobstruir os poros e controlar a oleosidade. Manter uma rotina de cuidados simples geralmente evita que esses cravos evoluam para espinhas inflamadas e doloridas.

Grau 2 (Acne Pápulo-pustulosa): 

Neste estágio, além dos cravos, surgem as primeiras lesões inflamatóriaspápulas (pequenas lesões vermelhas e elevadas) e pústulas (espinhas com ponto amarelo de pus). A inflamação é moderada.

A acne pápulo-pustulosa na face é o tipo clássico de espinha, apresentando lesões vermelhas e inchadas conhecidas como pápulas, além das famosas pustulas que contêm pus visível. Diferente dos cravos, aqui já existe uma inflamação ativa causada por bactérias, o que torna a pele sensível, dolorida e com aspecto avermelhado. É fundamental não cutucar essas lesões para evitar que a infecção se espalhe ou cause manchas escuras e cicatrizes de difícil remoção no rosto. O controle geralmente envolve o uso de sabonetes específicos e géis bactericidas indicados por um profissional para acalmar a pele e limpar os poros.
A acne pápulo-pustulosa na face é o tipo clássico de espinha, apresentando lesões vermelhas e inchadas conhecidas como pápulas, além das famosas pustulas que contêm pus visível. Diferente dos cravos, aqui já existe uma inflamação ativa causada por bactérias, o que torna a pele sensível, dolorida e com aspecto avermelhado. É fundamental não cutucar essas lesões para evitar que a infecção se espalhe ou cause manchas escuras e cicatrizes de difícil remoção no rosto. O controle geralmente envolve o uso de sabonetes específicos e géis bactericidas indicados por um profissional para acalmar a pele e limpar os poros.

Grau 3 (Acne Nódulo-cística): 

Considerado um grau mais severo, apresenta lesões mais profundas e doloridas, os nódulos e, às vezes, cistos. Essas lesões internas podem afetar camadas mais profundas da derme e têm maior risco de deixar cicatrizes.

A acne nódulo-cística no tórax é uma inflamação grave que forma caroços profundos, dolorosos e endurecidos sob a pele. Por atingir camadas internas, ela apresenta um alto risco de deixar cicatrizes permanentes, tornando fundamental evitar qualquer tentativa de espremer as lesões. Como pomadas comuns não costumam ser eficazes nesse estágio, o tratamento exige acompanhamento médico para o uso de medicações orais específicas. Esse cuidado especializado é essencial para controlar a inflamação e preservar a integridade da pele na região do peito.
A acne nódulo-cística no tórax é uma inflamação grave que forma caroços profundos, dolorosos e endurecidos sob a pele. Por atingir camadas internas, ela apresenta um alto risco de deixar cicatrizes permanentes, tornando fundamental evitar qualquer tentativa de espremer as lesões. Como pomadas comuns não costumam ser eficazes nesse estágio, o tratamento exige acompanhamento médico para o uso de medicações orais específicas. Esse cuidado especializado é essencial para controlar a inflamação e preservar a integridade da pele na região do peito.

Grau 4 (Acne Conglobata): 

É a forma mais grave e rara da doença. Caracteriza-se por múltiplos e grandes nódulos purulentos interconectados que formam abscessos e fístulas (canais que drenam pus). É extremamente inflamatória, dolorosa e quase sempre resulta em cicatrizes visíveis.

Porque eu não devo espremer as espinhas?

A maior área de risco para espremer espinhas é a região conhecida como “triângulo da morte”, que inclui o nariz, a área acima do lábio superior e os cantos da boca. Apertar espinhas nessa zona pode levar a infecções graves, como meningite ou septicemia, porque a área tem veias que se conectam diretamente ao cérebro. 

Por que é perigoso?

exemplo de acne grau 2: pápulas (bolinhas vermelhas) e pústulas (bolinhas com pús).
Exemplo de acne grau 2: pápulas (bolinhas vermelhas) e pústulas (bolinhas com pús).

E a Acne do Adulto? (principalmente Acne da Mulher Adulta)

A acne do adulto é definida como a presença de lesões inflamadas (espinhas), comedões (cravos) ou cistos em indivíduos acima de 25 anos. Embora possa afetar homens, é predominantemente feminina, atingindo até 40% das mulheres nessa faixa etária. Frequentemente, as lesões concentram-se na “zona U” do rosto: mandíbula, queixo e pescoço.

Acne da Mulher Adulta

A acne da mulher adulta é muito frequente, afetando cerca de 30 a 40% das mulheres acima dos 25 anos devido a oscilações hormonais, estresse e estilo de vida. Diferente da acne adolescente, ela se concentra na “zona U” (queixo, mandíbula e pescoço), caracterizando-se por lesões profundas, doloridas e que aparecem de forma cíclica. Por ocorrer em uma pele mais madura e sensível, a cicatrização é mais lenta, aumentando o risco de manchas persistentes. O tratamento exige uma abordagem delicada, que controle a inflamação sem ressecar excessivamente a pele.

Alguns estudos populacionais mostram que a prevalência da acne em adultos de 20 a 29 anos chega a cerca de 40% das mulheres e 20% dos homens.
Alguns estudos populacionais mostram que a prevalência da acne em adultos de 20 a 29 anos chega a cerca de 40% das mulheres e 20% dos homens.

Tipos de Acne no Adulto

Existem dois padrões principais de evolução:

  1. Acne Persistente: Aquela que começou na puberdade e não desapareceu com o tempo.
  2. Acne de Início Tardio: Surge pela primeira vez na vida adulta, muitas vezes relacionada a desequilíbrios hormonais ou estresse.

Causas e Fatores de Risco

A causa é multifatorial e envolve a interação de quatro pilares:

Diagnóstico e Evolução

O diagnóstico deve ser realizado por um dermatologista por meio de exame clínico. Em alguns casos, o médico pode solicitar exames de sangue para avaliar os níveis hormonais.

A evolução da acne no adulto tende a ser crônica, com períodos de melhora e piora (especialmente no período pré-menstrual). Sem tratamento, o prognóstico inclui o risco de hiperpigmentação pós-inflamatória (manchas escuras) e cicatrizes profundas, além de impacto significativo na autoestima.

Opções de Tratamento

O tratamento moderno é personalizado conforme a gravidade do quadro:


Aviso importante (Disclaimer)

De acordo com as políticas atuais do Google para conteúdos de saúde, não é mais permitido citar, recomendar ou detalhar o uso de medicamentos controlados em textos médicos de caráter educativo publicados na internet. Por esse motivo, os conteúdos apresentados utilizam linguagem informativa geral, sem menção a nomes comerciais ou princípios ativos de uso restrito.

As informações aqui descritas têm finalidade exclusivamente educativa e não substituem a consulta médica. Toda conduta, diagnóstico ou tratamento deve ser avaliado, indicado e acompanhado por um médico, considerando as características individuais de cada paciente.

Nenhuma decisão terapêutica deve ser tomada com base apenas neste conteúdo.

Condições que se parecem, mas NÃO são acne.

Conheça os principais diagnósticos diferenciais da acne:

Embora a acne seja muito comum, nem toda lesão na pele que parece espinha é realmente acne. Existem várias condições que podem se parecer com acne, mas têm causas e tratamentos diferentes. As principais são:

1. Rosácea
Provoca vermelhidão no rosto, sensação de ardor e surgimento de “carocinhos” parecidos com espinhas, principalmente nas bochechas, nariz, queixo e testa. Diferente da acne, geralmente não há cravos.

Leia mais em: Rosácea: o controle desses gatilhos resultou em melhora variada, em até 90% dos pacientes.

2. Foliculite
É a inflamação dos pelos. Forma bolinhas vermelhas ou com pontinha branca, semelhantes a espinhas, muitas vezes acompanhadas de coceira ou ardor. Pode surgir após depilação, suor excessivo ou atrito da pele. Da mesma maneira que na Rosácea, não há cravos.

3. Dermatite perioral
Causa pequenas bolinhas vermelhas ao redor da boca, nariz e, às vezes, dos olhos. A pele pode arder ou descamar. Costuma piorar ou ser deflagrada após o uso de certos cremes e corticoides.

Leia mais em: Dermatite Perioral: O Guia Completo sobre Causas, Sintomas e Tratamentos Baseado em Evidências

4. Queratose pilar
Provoca pequenas bolinhas ásperas, da cor da pele ou avermelhadas, mais comuns nos braços, coxas e bochechas que, quando “espremidas” liberam substância branca, semelhante a um cravo. Não são espinhas, nem carvos, mas sim acúmulo de queratina nos folículos.

5. Miliuns
São pontinhos brancos compostos por diminutos cistos de queratina, duros, parecidos com cravos fechados, muito comuns ao redor dos olhos. Não inflamam como a acne.

6. Hidradenite supurativa (em fases iniciais)
Pode começar como “caroços” semelhantes a espinhas em axilas, virilhas ou sob as mamas, mas tende a ser mais profunda, dolorosa e recorrente.

Leia mais em: Hidradenite: aprenda tudo sobre esta condição, incluindo 5 diferenças com os furúnculos.

7. Erupções acneiformes por medicamentos ou cosméticos
Alguns remédios, suplementos, anabolizantes ou produtos oleosos podem causar lesões parecidas com acne, mas com comportamento diferente.

O Dr. Rafael Moraes é Membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia, possui Residência Médica pelo Hospital das Clínicas da UFMG e Título de especialista em Dermatologia pela SBD, além de mais de 15 anos de experiência e 60 mil pacientes atendidos. Possui larga experiência no manejo e tratamento de pacientes portadores de acne dos diversos graus e gravidade.
O Dr. Rafael Moraes é Membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia, possui Residência Médica pelo Hospital das Clínicas da UFMG e Título de especialista em Dermatologia pela SBD, além de mais de 15 anos de experiência e 60 mil pacientes atendidos. Possui larga experiência no manejo e tratamento de pacientes portadores de acne dos diversos graus e gravidade.

Tratamentos

Tratamentos tópicos

Tratamentos sistêmicos

Procedimentos complementares

Antibióticos para acne

Funcionam reduzindo bactérias e inflamação, sendo prescritos para casos moderados a graves, tanto na forma tópica quanto oral. O uso de tratamentos combinados, como antibióticos tópicos com outros produtos, é recomendado para aumentar a eficácia e diminuir a resistência. A duração do tratamento deve ser controlada, pois o uso prolongado pode levar à resistência bacteriana e outros efeitos colaterais, sendo fundamental o acompanhamento médico para monitorar a resposta e o período de uso. 

Tipos de tratamento:

Recomendações e cuidados:

E quando os antibióticos não funcionam? Se os antibióticos não trouxerem melhora, outras opções, como os derivados da Vitamina A sistêmico, podem ser consideradas

Duração limitada: O tratamento, especialmente com antibióticos orais, deve ter uma duração limitada (geralmente 3 a 4 meses) para minimizar o risco de resistência bacteriana.

Combinação de tratamentos: Usar antibióticos tópicos em combinação com outros tratamentos, como peróxido de benzoíla ou derivados da vitamina A, pode ser mais eficaz e ajudar a prevenir a resistência bacteriana.

Os derivados da vitamina A e os seus mitos.

Representam um dos pilares mais importantes no tratamento moderno da acne. Eles são valorizados pela sua capacidade única de reorganizar o funcionamento das células da pele.

Definição e Subtipos

São compostos que se ligam a receptores específicos nas células cutâneas. Na dermatologia, eles são divididos basicamente em dois grupos de aplicação:

  1. Tópicos: Aplicados diretamente sobre a pele (em forma de gel ou creme), ideais para tratar cravos e espinhas inflamadas.
  2. Sistêmicos: Administrados via oral, reservados para casos de acne grave, persistente ou com risco de cicatrizes.

Efeitos e Benefícios

Essas substâncias atuam acelerando a renovação celular e impedindo a obstrução dos poros (formação do cravo). Além disso, possuem uma potente ação anti-inflamatória, inibem a produção ao atrofiar a glândula sebácea e auxiliam na produção de colágeno, melhorando a textura geral da pele e atenuando eventuais cicatrizes.

Contraindicações e Efeitos Colaterais

A principal contraindicação é a gravidez, devido ao risco de malformações ao feto. Também não são recomendados durante a amamentação ou para pacientes com alergia aos componentes.

Os efeitos colaterais mais comuns incluem:

Muitos mitos foram criados acerca do uso do medicamento no passado. O conhecimento atual permite hoje refutar alguns deles.

Mito 1: Ele causa depressão?

A frase abaixo foi retirada do Consenso da Sociedade brasileira de Dermatologia, e resume essa questão:

“efeitos como atraso no crescimento, cicatrização anormal, depressão e doença inflamatória intestinal, foram exaustivamente investigados e não existem evidências de associação causal – são raros, individuais e não devem contraindicar o uso do fármaco. “

Mito 2: Ele ataca o fígado?

Em conclusão, a literatura científica indica que o risco de dano grave ao fígado é muito baixo, mas o monitoramento periódico com um médico dermatologista é indispensável para garantir a segurança do paciente.


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As informações aqui descritas têm finalidade exclusivamente educativa e não substituem a consulta médica. Toda conduta, diagnóstico ou tratamento deve ser avaliado, indicado e acompanhado por um médico, considerando as características individuais de cada paciente.

Nenhuma decisão terapêutica deve ser tomada com base apenas neste conteúdo.

Mitos e verdades sobre os agravantes da acne:

Um artigo publicado no Anais Brasileiros de Dermatologia, intitulado “Crenças dos adolescentes em relação à acne: do mito à ciência” fez uma excelente explicação dos mitos e verdades mais comuns sobre os fatores agravantes da acne:

1. Alimentação (Chocolate e Gordura)

2. Higiene e Lavagem do Rosto

3. Exposição Solar

4. Stress Emocional

5. Espremer Espinhas

6. Uso de Maquiagem e Cosméticos

O Dr. Rafael Moraes é Membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia, possui Residência Médica pelo Hospital das Clínicas da UFMG e Título de especialista em Dermatologia pela SBD, além de mais de 15 anos de experiência e 60 mil pacientes atendidos. Possui larga experiência no manejo e tratamento de pacientes portadores de acne dos diversos graus e gravidade.
O Dr. Rafael Moraes é Membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia, possui Residência Médica pelo Hospital das Clínicas da UFMG e Título de especialista em Dermatologia pela SBD, além de mais de 15 anos de experiência e 60 mil pacientes atendidos. Possui larga experiência no manejo e tratamento de pacientes portadores de acne dos diversos graus e gravidade.

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