Introdução
A acne é uma das condições de pele mais comuns e motivo frequente de busca na internet. Estima-se que cerca de 90% dos adolescentes apresentem essa condição. Ela ocorre por alterações nos folículos pilosos e glândulas sebáceas, resultando em cravos, também conhecidos como comedos, espinhas, inflamações e, às vezes, cicatrizes. Afeta adolescentes, jovens adultos e também adultos, podendo impactar autoestima e convívio social.
- Introdução
- Causas da acne e fatores agravantes.
- Sinais e Sintomas
- Graus da acne
- Porque eu não devo espremer as espinhas?
- E a Acne do Adulto? (principalmente Acne da Mulher Adulta)
- Condições que se parecem, mas NÃO são acne.
- Tratamentos
- Antibióticos para acne
- Os derivados da vitamina A e seus mitos.
- Mitos e verdades sobre os agravantes da acne:
Causas da acne e fatores agravantes.
Hiperprodução de sebo
A glândula sebácea se torna hiperativa, geralmente sob influência dos hormônios androgênicos (masculinos).
Queratinização anormal
O folículo acumula queratina no seu orifício de saída, gerando um “entupimento” do mesmo, formando o cravo ou microcomedão — a primeira lesão da acne.
Microbiota e inflamação
A bactéria Cutibacterium acnes interage com o sistema imune, desencadeando inflamação e participando ativamente no surgimento da acne.
Medicamentos
O uso de alguns anticoncepcionais e medicamentos podem piorar a acne. Além disso, as vitaminas do complexo B, principalmente a vitamina B12, corticóides sistêmicos, hormônios e outros podem gerar quadro semelhante a acne, conhecido como “erupção acneiforme”.
Fatores hormonais
Oscilações hormonais, hiperandrogenismo (excesso de hormônios masculinos), como aqueles que ocorrem na SOP (Síndrome dos Ovários Policísticos) e SAHA ( seborréia, acne, hirsutismo e alopecia) em mulheres podem ser causadores de acne.
Genética e fatores externos
Há influência familiar, além de impacto de dieta com alto índice glicêmico e rica em leite, tabagismo e cosméticos oclusivos são outros fatores que promovem o surgimento de acne.

Sinais e Sintomas
- Comedões abertos e fechados, também conhecidos como “cravos”, abertos,
- Pápulas, pústulas, cistos e nódulos
- Cicatrizes atróficas e hipertróficas
- Envolvimento de face, tórax e dorso
- Impacto emocional e social significativo
Graus da acne
A classificação baseia-se nos tipos de lesões presentes na pele.
Grau 1 (Acne Comedônica):
É a forma mais leve. Caracteriza-se pela presença de comedões (cravos), tanto abertos (pretos) quanto fechados (brancos), sem sinais de inflamação, como vermelhidão ou pus.

Grau 2 (Acne Pápulo-pustulosa):
Neste estágio, além dos cravos, surgem as primeiras lesões inflamatórias: pápulas (pequenas lesões vermelhas e elevadas) e pústulas (espinhas com ponto amarelo de pus). A inflamação é moderada.

Grau 3 (Acne Nódulo-cística):
Considerado um grau mais severo, apresenta lesões mais profundas e doloridas, os nódulos e, às vezes, cistos. Essas lesões internas podem afetar camadas mais profundas da derme e têm maior risco de deixar cicatrizes.

Grau 4 (Acne Conglobata):
É a forma mais grave e rara da doença. Caracteriza-se por múltiplos e grandes nódulos purulentos interconectados que formam abscessos e fístulas (canais que drenam pus). É extremamente inflamatória, dolorosa e quase sempre resulta em cicatrizes visíveis.
Porque eu não devo espremer as espinhas?
A maior área de risco para espremer espinhas é a região conhecida como “triângulo da morte”, que inclui o nariz, a área acima do lábio superior e os cantos da boca. Apertar espinhas nessa zona pode levar a infecções graves, como meningite ou septicemia, porque a área tem veias que se conectam diretamente ao cérebro.
Por que é perigoso?
- Conexão direta com o cérebro: As veias nessa área não possuem válvulas, o que significa que infecções podem se espalhar rapidamente para dentro do crânio.
- Risco de infecções graves: Mesmo que raro, espremer uma espinha pode introduzir bactérias na corrente sanguínea e causar complicações sérias, como trombose do seio cavernoso ou meningite.
- Propagação da infecção: Espremer a espinha pode espalhar a inflamação e as bactérias para tecidos vizinhos, criando mais lesões e infecções.

E a Acne do Adulto? (principalmente Acne da Mulher Adulta)
A acne do adulto é definida como a presença de lesões inflamadas (espinhas), comedões (cravos) ou cistos em indivíduos acima de 25 anos. Embora possa afetar homens, é predominantemente feminina, atingindo até 40% das mulheres nessa faixa etária. Frequentemente, as lesões concentram-se na “zona U” do rosto: mandíbula, queixo e pescoço.
Acne da Mulher Adulta
A acne da mulher adulta é muito frequente, afetando cerca de 30 a 40% das mulheres acima dos 25 anos devido a oscilações hormonais, estresse e estilo de vida. Diferente da acne adolescente, ela se concentra na “zona U” (queixo, mandíbula e pescoço), caracterizando-se por lesões profundas, doloridas e que aparecem de forma cíclica. Por ocorrer em uma pele mais madura e sensível, a cicatrização é mais lenta, aumentando o risco de manchas persistentes. O tratamento exige uma abordagem delicada, que controle a inflamação sem ressecar excessivamente a pele.

Tipos de Acne no Adulto
Existem dois padrões principais de evolução:
- Acne Persistente: Aquela que começou na puberdade e não desapareceu com o tempo.
- Acne de Início Tardio: Surge pela primeira vez na vida adulta, muitas vezes relacionada a desequilíbrios hormonais ou estresse.
Causas e Fatores de Risco
A causa é multifatorial e envolve a interação de quatro pilares:
- Hormônios: É reponsável por cerca de 10% dos casos de acne da mulher adulta. Flutuações de andrógenos (hormônios masculinos) estimulam a glândula sebácea. Condições como a Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) podem ser um gatilho nas mulheres.
- Estresse: O cortisol elevado estimula a produção de sebo.
- Dieta: Alimentos de alto índice glicêmico e derivados do leite podem influenciar a inflamação cutânea em pacientes predispostos.
- Cosméticos: O uso de produtos inadequados (comedogênicos) obstrui os poros.
- Genética e Microbioma: A predisposição familiar e a proliferação da bactéria C. acnes.
Diagnóstico e Evolução
O diagnóstico deve ser realizado por um dermatologista por meio de exame clínico. Em alguns casos, o médico pode solicitar exames de sangue para avaliar os níveis hormonais.
A evolução da acne no adulto tende a ser crônica, com períodos de melhora e piora (especialmente no período pré-menstrual). Sem tratamento, o prognóstico inclui o risco de hiperpigmentação pós-inflamatória (manchas escuras) e cicatrizes profundas, além de impacto significativo na autoestima.
Opções de Tratamento
O tratamento moderno é personalizado conforme a gravidade do quadro:
- Tópicos: Uso de derivados da vitamina A, ácido azelaico e peróxido de benzoíla para desobstruir poros e reduzir a inflamação. Além disso, recomenda-se também o uso de um sabonete para controle de oleosidade e, eventualmente, hidratantes específicos. O Protetor Solar é também essencial. Neste artigo, eu explico sobre as particularidades do uso do filtro solar.
- Sistêmicos: Em casos moderados a graves, podem ser indicados anticoncepcionais específicos e espironolactona em mulheres (para bloqueio hormonal) ou antibióticos orais. Os derivados da Vitamina A sistêmicos podem ser considerados para casos resistentes.
- Procedimentos: Peelings químicos, lasers e microagulhamento auxiliam no controle da oleosidade e no tratamento de cicatrizes.
Aviso importante (Disclaimer)
De acordo com as políticas atuais do Google para conteúdos de saúde, não é mais permitido citar, recomendar ou detalhar o uso de medicamentos controlados em textos médicos de caráter educativo publicados na internet. Por esse motivo, os conteúdos apresentados utilizam linguagem informativa geral, sem menção a nomes comerciais ou princípios ativos de uso restrito.
As informações aqui descritas têm finalidade exclusivamente educativa e não substituem a consulta médica. Toda conduta, diagnóstico ou tratamento deve ser avaliado, indicado e acompanhado por um médico, considerando as características individuais de cada paciente.
Nenhuma decisão terapêutica deve ser tomada com base apenas neste conteúdo.
Condições que se parecem, mas NÃO são acne.
Conheça os principais diagnósticos diferenciais da acne:
Embora a acne seja muito comum, nem toda lesão na pele que parece espinha é realmente acne. Existem várias condições que podem se parecer com acne, mas têm causas e tratamentos diferentes. As principais são:
1. Rosácea
Provoca vermelhidão no rosto, sensação de ardor e surgimento de “carocinhos” parecidos com espinhas, principalmente nas bochechas, nariz, queixo e testa. Diferente da acne, geralmente não há cravos.
Leia mais em: Rosácea: o controle desses gatilhos resultou em melhora variada, em até 90% dos pacientes.
2. Foliculite
É a inflamação dos pelos. Forma bolinhas vermelhas ou com pontinha branca, semelhantes a espinhas, muitas vezes acompanhadas de coceira ou ardor. Pode surgir após depilação, suor excessivo ou atrito da pele. Da mesma maneira que na Rosácea, não há cravos.
3. Dermatite perioral
Causa pequenas bolinhas vermelhas ao redor da boca, nariz e, às vezes, dos olhos. A pele pode arder ou descamar. Costuma piorar ou ser deflagrada após o uso de certos cremes e corticoides.
Leia mais em: Dermatite Perioral: O Guia Completo sobre Causas, Sintomas e Tratamentos Baseado em Evidências
4. Queratose pilar
Provoca pequenas bolinhas ásperas, da cor da pele ou avermelhadas, mais comuns nos braços, coxas e bochechas que, quando “espremidas” liberam substância branca, semelhante a um cravo. Não são espinhas, nem carvos, mas sim acúmulo de queratina nos folículos.
5. Miliuns
São pontinhos brancos compostos por diminutos cistos de queratina, duros, parecidos com cravos fechados, muito comuns ao redor dos olhos. Não inflamam como a acne.
6. Hidradenite supurativa (em fases iniciais)
Pode começar como “caroços” semelhantes a espinhas em axilas, virilhas ou sob as mamas, mas tende a ser mais profunda, dolorosa e recorrente.
Leia mais em: Hidradenite: aprenda tudo sobre esta condição, incluindo 5 diferenças com os furúnculos.
7. Erupções acneiformes por medicamentos ou cosméticos
Alguns remédios, suplementos, anabolizantes ou produtos oleosos podem causar lesões parecidas com acne, mas com comportamento diferente.

Tratamentos
Tratamentos tópicos
- Peróxido de benzoíla
- Derivados da Vitamina A
- Antibióticos tópicos (uso limitado)
Tratamentos sistêmicos
- Antibióticos orais
- Derivados da Vitamina A sistêmicos
- Terapias hormonais (em mulheres)
Procedimentos complementares
- Peelings químicos
- Terapias com luz e laser
- Drenagem de cistos
Antibióticos para acne
Funcionam reduzindo bactérias e inflamação, sendo prescritos para casos moderados a graves, tanto na forma tópica quanto oral. O uso de tratamentos combinados, como antibióticos tópicos com outros produtos, é recomendado para aumentar a eficácia e diminuir a resistência. A duração do tratamento deve ser controlada, pois o uso prolongado pode levar à resistência bacteriana e outros efeitos colaterais, sendo fundamental o acompanhamento médico para monitorar a resposta e o período de uso.
- Redução de bactérias: Matam ou inibem o crescimento de bactérias na pele e nos folículos pilosos, como a Cutibacterium acnes.
- Ação anti-inflamatória: Ajudam a reduzir a inflamação associada à acne.
Tipos de tratamento:
- Tópicos: Aplicados diretamente na pele (loção, gel). São usados principalmente para casos leves, muitas vezes em combinação com outros produtos.
- Orais: Tomados por via oral (cápsulas, comprimidos). São usados para acne moderada a grave.
Recomendações e cuidados:
E quando os antibióticos não funcionam? Se os antibióticos não trouxerem melhora, outras opções, como os derivados da Vitamina A sistêmico, podem ser consideradas
Duração limitada: O tratamento, especialmente com antibióticos orais, deve ter uma duração limitada (geralmente 3 a 4 meses) para minimizar o risco de resistência bacteriana.
Combinação de tratamentos: Usar antibióticos tópicos em combinação com outros tratamentos, como peróxido de benzoíla ou derivados da vitamina A, pode ser mais eficaz e ajudar a prevenir a resistência bacteriana.
Os derivados da vitamina A e os seus mitos.
Representam um dos pilares mais importantes no tratamento moderno da acne. Eles são valorizados pela sua capacidade única de reorganizar o funcionamento das células da pele.
Definição e Subtipos
São compostos que se ligam a receptores específicos nas células cutâneas. Na dermatologia, eles são divididos basicamente em dois grupos de aplicação:
- Tópicos: Aplicados diretamente sobre a pele (em forma de gel ou creme), ideais para tratar cravos e espinhas inflamadas.
- Sistêmicos: Administrados via oral, reservados para casos de acne grave, persistente ou com risco de cicatrizes.
Efeitos e Benefícios
Essas substâncias atuam acelerando a renovação celular e impedindo a obstrução dos poros (formação do cravo). Além disso, possuem uma potente ação anti-inflamatória, inibem a produção ao atrofiar a glândula sebácea e auxiliam na produção de colágeno, melhorando a textura geral da pele e atenuando eventuais cicatrizes.
Contraindicações e Efeitos Colaterais
A principal contraindicação é a gravidez, devido ao risco de malformações ao feto. Também não são recomendados durante a amamentação ou para pacientes com alergia aos componentes.
Os efeitos colaterais mais comuns incluem:
- Ressecamento intenso (pele, lábios e olhos). Os lábios costumam ficar secos em até 95% dos pacientes
- Vermelhidão e descamação.
- Aumento da sensibilidade solar. O uso do Protetor Solar é essencial. Neste artigo, eu explico sobre as particularidades do uso do filtro solar.
- Aumento do colesterol LDL e Triglicérides
- Alteração laboratorial das enzimas hepáticas em até 15% dos pacientes, atingindo raramente o grau de uma hepatite com repercussão clínica.
Muitos mitos foram criados acerca do uso do medicamento no passado. O conhecimento atual permite hoje refutar alguns deles.
Mito 1: Ele causa depressão?
A frase abaixo foi retirada do Consenso da Sociedade brasileira de Dermatologia, e resume essa questão:
“efeitos como atraso no crescimento, cicatrização anormal, depressão e doença inflamatória intestinal, foram exaustivamente investigados e não existem evidências de associação causal – são raros, individuais e não devem contraindicar o uso do fármaco. “
Mito 2: Ele ataca o fígado?
- Alterações nos exames de sangue (enzimas hepáticas como ALT e AST) ocorrem em até 15% dos pacientes. No entanto, elevações graves são extremamente raras (menos de 1%). Hepatite com manifestações clínicas é evento extremamente raro. Fonte: LiverTox: Clinical and Research Information on Drug-Induced Liver Injury
- Na maioria dos casos, essas alterações são assintomáticas e temporárias, podendo desaparecer mesmo sem a interrupção do uso, desde que haja acompanhamento médico.
- É recomendado o monitoramento laboratorial regular. Elevações significativas (acima de 3 vezes o limite normal) devem levar à suspensão temporária da terapia.
Em conclusão, a literatura científica indica que o risco de dano grave ao fígado é muito baixo, mas o monitoramento periódico com um médico dermatologista é indispensável para garantir a segurança do paciente.
Aviso importante (Disclaimer)
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As informações aqui descritas têm finalidade exclusivamente educativa e não substituem a consulta médica. Toda conduta, diagnóstico ou tratamento deve ser avaliado, indicado e acompanhado por um médico, considerando as características individuais de cada paciente.
Nenhuma decisão terapêutica deve ser tomada com base apenas neste conteúdo.
Mitos e verdades sobre os agravantes da acne:
Um artigo publicado no Anais Brasileiros de Dermatologia, intitulado “Crenças dos adolescentes em relação à acne: do mito à ciência” fez uma excelente explicação dos mitos e verdades mais comuns sobre os fatores agravantes da acne:
1. Alimentação (Chocolate e Gordura)
- O que o artigo diz: 81,5% dos adolescentes acreditam que a dieta é a causa principal.
- Mito ou Verdade? Parcialmente Mito.
- Explicação: Não existe uma relação direta de “causa e efeito” para todos. A gordura da fritura não vai direto para o poro. No entanto, estudos recentes mostram que alimentos de alto índice glicêmico (açúcar branco, pães, massas) e o excesso de laticínios podem aumentar a insulina, o que estimula a produção de sebo e inflamação em pessoas predispostas. O chocolate em si não é o vilão, mas sim o açúcar e o leite contidos nele.
2. Higiene e Lavagem do Rosto
- O que o artigo diz: Muitos jovens acreditam que a acne é causada por “sujeira” ou falta de banho.
- Mito ou Verdade? Mito.
- Explicação: A acne é uma doença multifatorial (hormonal e genética). Lavar o rosto excessivamente (mais de 2 vezes ao dia) pode causar o efeito rebote: a pele fica ressecada, e o organismo produz ainda mais óleo para compensar, piorando o quadro. A limpeza ajuda a remover o excesso de oleosidade, mas não “cura” a acne.
3. Exposição Solar
- O que o artigo diz: Muitos adolescentes acham que o sol “seca” as espinhas e melhora a pele.
- Mito ou Verdade? Mito.
- Explicação: O sol tem um efeito anti-inflamatório temporário que pode mascarar as espinhas. Além disso, a radiação UV piora as manchas (hiperpigmentação pós-inflamatória) deixadas pelas espinhas.
4. Stress Emocional
- O que o artigo diz: Citado por muitos jovens como um gatilho.
- Mito ou Verdade? Verdade.
- Explicação: O stress não “cria” a acne do nada, mas o corpo libera cortisol e outros hormônios andrógenos em situações de tensão. Esses hormônios estimulam as glândulas sebáceas a produzir mais óleo, o que agrava a inflamação de quem já tem tendência ao problema.
5. Espremer Espinhas
- O que o artigo diz: Prática comum entre os jovens para tentar “limpar” a pele.
- Mito ou Verdade? Agravante Real.
- Explicação: Ao espremer, você empurra parte do pus e das bactérias para camadas mais profundas da pele. Isso transforma uma inflamação pequena em um nódulo maior, aumenta o risco de infecções secundárias e é a causa principal de cicatrizes permanentes.
6. Uso de Maquiagem e Cosméticos
- O que o artigo diz: Meninas acreditam mais que cosméticos pioram a acne.
- Mito ou Verdade? Verdade (se o produto for inadequado).
- Explicação: Produtos oleosos ou “comedogênicos” obstruem fisicamente os poros (acne cosmética). No entanto, hoje existem maquiagens “oil-free” ou “não-comedogênicas” que são seguras. O problema muitas vezes não é a maquiagem, mas a falha em removê-la completamente antes de dormir.

